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Piauí registrou mais de 11 mil focos de incêndio em 2025

Entre os dias 13 e 19 de outubro ocorreu o maior número de incêndios, com 1217 focos.

William Lopes05/01/2026 08:16 2 min
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Piauí registrou mais de 11 mil focos de incêndio em 2025
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Leitura Rápida

Resumo criado pela IA do iPiauí e revisado pela equipe de redação.

O Piauí registrou 11.807 focos de incêndio em 2025, com Uruçuí liderando com 634 ocorrências.
Entre 13 e 19 de outubro, houve 1.217 focos de incêndio no estado. A Caatinga teve 6.897 focos e o Cerrado.
Dois brigadistas morreram em incêndio em Uruçuí em 23 de setembro. Uma portaria proibiu o uso do fogo para manejo uma.

O Piauí registrou 11.807 focos de incêndio em 2025, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O município de Uruçuí concentrou o maior número de ocorrências, com 634 focos. O maior acumulado do ano ocorreu em outubro, com cerca de 3.024 focos. Entre os dias 13 e 19 de outubro ocorreu o maior número de incêndios, com 1217 focos.


Em seguida aparecem Baixa Grande do Ribeiro, com 521 focos; Ribeiro Gonçalves, com 337; Santa Filomena, com 315; e São Miguel do Tapuio, com 301. Já os municípios de Água Branca, Bonfim do Piauí, Floresta do Piauí, Madeiro, Sussuapara e Tamboril do Piauí registraram apenas um foco cada.

Foto: Renato Andrade / Cidadeverde.com

Em âmbito nacional, o município de Mirador, no Maranhão, liderou o ranking de focos de incêndio, com 1.193 registros.


O levantamento também aponta os biomas mais atingidos no estado, com 6.897 focos na Caatinga e 4.910 no Cerrado piauiense.


Em setembro deste ano, um incêndio de grande proporção provocou a morte de dois brigadistas, José Almir e Edinelson Maciel.


O incêndio aconteceu no dia 23 de setembro na localidade Santa Maria, na zona rural de Uruçuí, cidade localizada a 441 quilômetros de Teresina. Os dois brigadistas moravam na região e foram cercados pelas chamas. Um deles morreu no local, o outro chegou a ser socorrido e encaminhado ao hospital onde faleceu horas depois.


Uma portaria assinada uma semana antes da morte dos brigadistas proibiu o uso do fogo para o manejo de vegetação e revogou todas as autorizações de queima controlada que haviam sido emitidas pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).

Fonte: Cidade Verde

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