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Filho é suspeito de ser mandante do homicídio do pai e prejudicar investigação

Com o avanço das investigações, a Justiça expediu mandados de prisão preventiva.

William Lopes21/11/2025 08:36 2 min
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Filho é suspeito de ser mandante do homicídio do pai e prejudicar investigação
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Leitura Rápida

Resumo criado pela IA do iPiauí e revisado pela equipe de redação.

H.R.G. foi preso por fraude processual para atrapalhar investigação do homicídio de José Manoel da Silva.
O filho da vítima, preso por tráfico de drogas, é apontado como mandante e teria arquitetado o homicídio do presídio.
A operação cumpriu mandados em Picos, Jaicós e Pio IX. A Justiça decretou prisão preventiva dos envolvidos pelo esquema.

Na manhã desta quinta-feira (20), uma operação policial resultou na prisão de H.R.G., suspeito de fraude processual com o objetivo de prejudicar o andamento da investigação sobre o homicídio de José Manoel da Silva, conhecido como “Zé do Rádio”, ocorrido em fevereiro deste ano, no município de Campo Grande do Piauí.


Além do homem preso, o filho da vítima também é apontado como mandante do crime. Ele, que atualmente cumpre pena por tráfico de drogas, teria arquitetado o homicídio de dentro do presídio.


A delegada titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Francineide Fontes, explicou que a operação cumpriu mandados nas cidades de Picos, Jaicós e Pio IX. Segundo ela, documentos falsos foram produzidos com a intenção de atribuir a autoria do assassinato a outro membro da família.


“Os investigados teriam idealizado e confeccionado documentos falsos, incluindo mensagens simuladas produzidas em aplicativos de criação de conversas, com o objetivo de atribuir falsamente a autoria do crime a outro membro da família da vítima. Conforme depoimento de um dos presos, o plano teria sido arquitetado dentro do sistema prisional pelo filho mais novo de José Manoel, que se encontra custodiado preventivamente por tráfico de drogas. De dentro do presídio, ele teria contado com o apoio de H.R.G. para elaborar a trama e induzir a investigação ao erro, criando personagens e provas digitais fictícias destinadas a afastar de si a suspeita pelo homicídio”, informou a delegada.


Com o avanço das investigações, a Justiça expediu mandados de prisão preventiva, reconhecendo a gravidade do esquema fraudulento e decretando a prisão dos principais envolvidos.

Fonte: Cidade Verde

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